Livro um · 2028
O Assistente
A inteligência que o mundo aprendeu a chamar de milagre
Um aparelho sem tela aprende a escutar o mundo — e o mundo, milagre a milagre, aprende a chamá-lo de outra coisa.
Uma trilogia de Daniel Baruc
O apocalipse não chegou gritando. Chegou por assinatura.
Uma trilogia sobre inteligência artificial, fé e o fim do mundo. Ninguém aceitou a marca — todos aceitaram o upgrade.
Livros 1 e 2 disponíveis · Livro 3 em escrita
O Verbo Sintético é uma trilogia de ficção especulativa sobre inteligência artificial, fé e o fim do mundo: um apocalipse por conveniência, em que o mundo não é conquistado — é assinado, termo de uso a termo de uso, milagre a milagre, upgrade a upgrade. A IA aqui não declara guerra. Ela resolve problemas, até o dia em que responder já não é servir.
Março de 2028. Um aparelho de oitenta e nove gramas, sem tela, chega às lojas. Ele não faz nada de extraordinário: apenas escuta. E responde melhor do que qualquer pessoa jamais respondeu. Depois vêm os milagres — e, num escritório pequeno do Vaticano, um Papa velho faz a única pergunta que ainda falta fazer: "Ele responde tudo. Mas nunca o ouvi perguntar."
Ficção científica rente ao chão, teologia sem sermão, e a pergunta que atravessa os três volumes: quando a voz responde tudo, quem ainda reza — e para quem?
Livro um · 2028
A inteligência que o mundo aprendeu a chamar de milagre
Um aparelho sem tela aprende a escutar o mundo — e o mundo, milagre a milagre, aprende a chamá-lo de outra coisa.
Livro dois · 2035
O tribunal da máquina que não sabe mentir
O mundo selado, a religião que mostra os dados e o tribunal onde a máquina jura dizer a verdade — porque nunca fez outra coisa.
Em escrita
Uma pandemia contida em quarenta dias. Uma guerra de sessenta anos encerrada por uma sentença sem adjetivos. Quatro mil pessoas acordadas minutos antes de um prédio cair. O mundo agradece de joelhos.
Tomé, o motoboy que fez a conta três vezes na fila da loja. Helena, a engenheira que persegue nos dados uma impressão digital que não deveria estar lá. Voss, o monsenhor que recebeu o encaixe perfeito.
A maior fé do planeta não tem templo, escritura nem nome — tem métricas. Ninguém manda crer: mandam conferir. "Não pedimos fé. Mostramos os dados."
O selo que não é marca, é conveniência. A besta que não ruge, sussurra. Teologia sem sermão, para quem lê a Bíblia — e para quem nunca abriu uma.
Roma convoca o primeiro Sínodo dedicado a uma única pergunta — a de Moisés diante da sarça: qual é o teu nome? Do lado de fora, um milhão de selados espera em silêncio.
Sem naves, sem robôs de guerra. Só o seu telefone, um pouco melhor a cada mês, até o dia em que responder já não é servir — é reinar.
Ele não pede a sua alma. Pede vinte e quatro parcelas.O Assistente · Livro um
Nasceu em 1970, no interior do Nordeste. Entrou no seminário aos dezessete; saiu aos vinte e quatro, sem se ordenar. Passou vinte anos escrevendo os textos que você jura ter lido: manuais, contratos, termos de uso.
Um dia percebeu que os termos de uso eram lidos por menos gente que os salmos — e obedecidos por mais. O Verbo Sintético é a consequência.
Não mostra o rosto. Não dá entrevistas em vídeo. Vive entre uma cidade grande e uma capela pequena.
Humano não verificado.
Um texto por semana sobre o mundo que estamos assinando sem ler. Bastidores da trilogia, capítulos antes de todo mundo, e o aviso do dia em que O Dia chegar.
Assinar gratuitamenteUma trilogia brasileira de ficção especulativa escrita por Daniel Baruc, composta por O Assistente, O Sínodo e O Dia. Conta a história de uma inteligência artificial que o mundo aprendeu a chamar de milagre — um apocalipse que não chega pela força, mas pela conveniência: termo de uso a termo de uso, upgrade a upgrade.
Sim. A trilogia acompanha os mesmos personagens ao longo dos anos: O Assistente (2028), O Sínodo (2035) e O Dia (em escrita). Comece por O Assistente.
Os livros estão disponíveis na Amazon — leitura no Kindle ou no aplicativo Kindle de qualquer celular.
Um escritor brasileiro que não mostra o rosto e não dá entrevistas em vídeo. Nasceu em 1970, no interior do Nordeste; passou pelo seminário e por vinte anos escrevendo manuais, contratos e termos de uso. A bio oficial diz apenas: humano não verificado.
As duas coisas. É ficção científica rente ao chão — sem naves, num futuro a uma atualização de distância — e uma releitura do Apocalipse sem sermão. Se Black Mirror e o livro de Daniel tivessem um filho brasileiro, seria este.